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Homicídio

Reduto do tráfico, Compensa registra mortes e feridos em menos de 24hrs

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Manaus – O bairro da Compensa tem se tornado palco de vários crimes, orquestrados por membros de facções criminosas atuante no local, em busca do controle da comunidade, para crimes como tráfico de drogas e homicídios, ataques vêm se tornando algo comum naquela área.

O local é conhecido por ser o reduto do tráfico de drogas e uma das áreas mais perigosas da capital, segundo especialistas. No último domingo (27/03), dois Homicídios e outras tentativas foram registradas no “pacato” bairro.

O primeiro trata-se de Anderson Queiroz dos Santos, 23 anos, foi executado a tiros no início da tarde de domingo (27) na rua do Porto.

De acordo com as informações de policiais da 8° Companhia Interativa Comunitária, o homem foi abordado por dois indivíduos. Anderson tentou correr, no entanto, foi segurado e posteriormente, executado pelos criminosos ainda não identificados. Na ação criminosa, um amigo de Anderson foi alvejado com um tiro e encaminhado ao Hospital.

Já o segundo foi registrado a noite, trata-se de Jhow Leno Araújo Pereira, 26 anos, o vulgo “Leno”, foi assassinado a tiros na Rua Caruanã. informações preliminares, era por volta das 20h15 quando disparos de arma de fogo foram ouvidos.

Moradores da região, que não quiseram se identificar, relataram que tomaram um susto e quando foram atrás de saber do que se tratava, já encontraram o homem morto.

Em frente do Serviço de Pronto Atendimento (SPA) Joventina Dias, na rua Alberto Rangelna, três homens, ainda não identificados, foram baleados também por ocupantes que estavam um carro preto, por volta de 14hrs, horas após a morte de Anderson.

O que ainda reforça que os crimes tem relação com o tráfico, é que a vítima, que seria o alvo no SPA, seria amigo de Anderson alvejado horas antes. As outras duas vítimas feridas são moradores de ruas que costumavam ficar sentados na área de atendimento do hospital.

Policiais da 8ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) estiveram nos locais dos ataques, porém ninguém foi detido. Após os ataques, os locais foram reforçados pela polícia militar.

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